sexta-feira, 5 de abril de 2013

Disco de perfil do usuário no ambiente de VDI do Windows server 2012.







Disco de perfil do usuário no ambiente de VDI do Windows server 2012.

Um dos motivos pelos quais  é vantajoso usar sessões ou desktops em pool é á  redução de custos da VDI. Isso é possível porque nos dois modelos há menos imagens para gerenciar e armazenar. Até o lançamento do RDS 2012  um dos maiores problemas relacionados às sessões e VMs em pool era que os usuários perdiam as alterações feitas em seus perfis, inclusive alterações na configuração, quando faziam logout.

A personalização é um aspecto essencial da experiência do usuário em implantações de área de trabalho virtualizada. Em um PC físico comum, os dados e as configurações do usuário são misturados com as configurações dos aplicativos e do sistema operacional. Isso torna difícil gerenciar o desktop e diminui os benefícios da virtualização.

Como solução para que as sessões e as VMs em pool sejam um modelo de implantação viável, os dados dos usuários, ou seja configurações do usuário e  dos aplicativos, dados pessoais como documentos e imagens etc., são armazenados em um arquivo .vhd que chamamos o disco do usuário.

Quando o usuário faz login, o RDS combina o disco do usuário à área de trabalho do pool de VMs ou sessões e, com isso, fornece aos usuários os seus dados e configurações.
Com os discos de usuários, podemos  fornecer certo nível de personalização às implantações com base em sessões ou VMs em pool.

 É importante observar que os discos de usuários não podem ser usados em diferentes pools ou coleções e nem para passar de ambientes físicos para ambientes virtuais. Também é importante observar que os aplicativos instalados não podem ser mantidos nem mesmo por meio dos discos de usuários e que eles são perdidos quando o usuário faz logoff.

Como Funciona?

Cada usuário de uma determinada coleção recebe um VHD exclusivo que armazena todos os seus dados e configurações. Pode ser configurado para coleções de RDSH (Baseado em Sessão) e VM em pool. Quando o usuário faz logon nessa coleção, o UserDisk ( ou disco de perfil de usuáro)  é montado na VM ou no RDSH e o perfil e as pastas de dados são mapeados nesse volume montado. Quando o usuário faz logon em outras VMs ou em outros servidores RDSH na coleção, o UserDisk move-se de acordo com a coleção e disponibiliza os dados e as configurações disponíveis.

O UserDisk é exibido como um disco local e, por isso, funciona melhor com aplicativos que tem acesso aos dados locais.

Há também outras tecnologias, com os perfis móveis de usuários (RUPs), o redirecionamento de pastas (FR) e a virtualização do ambiente do usuário (UEV), que foram desenvolvidas para isolar dados e configurações do usuário.

 O UserDisk traz um contêiner para todas essas tecnologias. Por exemplo:
O perfil RUP é armazenado em cache no UserDisk no momento do logon.
Quando o FR é configurado com cache, o cache reside no UserDisk.
Os conjuntos de dados de configuração de cada aplicativo usados pelo UEV são armazenados em cache no UserDisk

Em todos esses casos, é importante entender que o escopo do UserDisk é a coleção para a qual ele está configurado. Com ele, é possível ter acesso móvel na própria coleção. As tecnologias RUP, FR e UEV permitem a mobilidade além da coleção e entre diferentes coleções.

Recomendamos a implantação do UserDisk com todas as coleções de VM em pool e coleções RDSH. Não existe um aspecto negativo na implantação.

Se temos um cenário de  diversas coleções ou queremos que as configurações do usuário movam-se entre ambiente VDI e físicos, podemos também usar  o UEV.O Redirecionamento de pastas pode ser usado nesse tipo de cenário para fornecer acesso móvel aos documentos do usuário; por exemplo, às pastas "Documentos" e "Imagens". O FR também é uma forma confiável de centralizar os dados dos usuários em um servidor de arquivos a partir do qual seja mais fácil fazer backup desses dados e gerenciá-los.

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